Websites, apps e identidades visuais para quem quer aparecer online com impacto real. Sem complicação, com dedicação total e as olheiras de designer que isso implica.
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Era uma vez, nas ilhas tropicais de São Tomé e Príncipe, onde o sol nasce cedo demais e a vida convida à preguiça, nasceu Edson Keith Vaz Gomes Cravid. Com um nome assim, ou se torna alguém especial, ou faz cartões de visita com nome reduzido. Edson escolheu as duas coisas.
Ainda criança trocou as praias paradisíacas pelo frio filosófico de Portugal. Alguém tinha que fazer isso. Adaptou-se rapidamente — descobriu que chuva é só sol com má atitude, e que português de Portugal tem vocabulário suficiente para expressar toda a gama de emoções humanas, incluindo a de receber uma factura inesperada.
Ninguém nasce a saber fazer websites. Edson descobriu o mundo digital da forma que todos os grandes descobrem as suas vocações: por acidente, com teimosa persistência e umas quantas noites sem dormir. Na segunda edição do CBA Talk, em vez de se sentar confortavelmente na plateia como um espectador normal, decidiu ser o espectáculo inteiro.
Criou a landing page. Tratou dos conteúdos. Afinou os visuais. Perdeu o sono. Ganhou competência. E olheiras que passaram a ser parte integrante do look profissional. "Designer com olheiras é sinal de qualidade", disse ele. Ninguém o contradisse.
Começou a gerir as redes sociais da ADEP com a energia de alguém que tem algo a provar ao algoritmo. Resultados apareceram. Engagement subiu. Seguidores multiplicaram. E então aconteceu aquilo que toda a gente teme: foi promovido.
Ninguém lhe disse que "administrar" significava, na prática, tornar-se psicólogo de impressoras com complexos de abandono, tradutor oficial de e-mails em código-enigma, decifrador de PDFs com complexo de esfinge e mestre das reuniões que claramente podiam ter sido um áudio de 30 segundos no WhatsApp. Edson não fugiu. Encarou tudo com o sorriso de quem sabe que esta experiência vai fazer parte de uma história incrível um dia.
Fora dos ecrãs, Edson é pai de três filhos. O mais velho, Malcom One, já demonstra uma combinação devastadora de genialidade e teimosia que quase dá para pôr no LinkedIn como "liderança resiliente". Os outros dois estão em modo de aprendizagem acelerada, observando o pai trabalhar e concluindo, correctamente, que os adultos passam o dia inteiro a olhar para ecrãs e a chamar isso de "trabalho".
E depois há o cão. O cão não tem nome oficial nesta narrativa porque o cão age como se o nome não fosse necessário para alguém da sua importância. Tem ambições políticas evidentes e uma estratégia clara: controlar o sofá, depois a sala, e eventualmente o país. Edson mantém a liderança da casa. Por pouco. Mas mantém.
A parceira Tânia Silva, âncora de sanidade neste caos criativo organizado, é prova viva de que por detrás de todo o grande criador há alguém que lembra que o jantar não se faz sozinho e que "já vou" não é uma hora do dia.
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